Como dói o dia nublado, como o tempo é taõ pesado, porque dia-a-dia eu penso em você. Que bem grita o silêncio, que bem doem as lembranças, porque tudo fala de ti. Que delicia sua sensualidade, que loucura quando te sentia muito perto e agora que você está longe até o universo morreu. Como foi que você deixou de querer? Você se esqueceu do ontem? Dos nosso olhares da nossa pele? Não te dói assim perder? O que foi perfeito já acordado fiel. O que me resta por dizer , é como dói te perder. Que pequeño se faz o cielo, que humilhante é o desejo porque você não está mais aquí. Que sincero se faz o frio, como gela o sofrimento. Já não sei o que é viver.
Composição: M. Flores
colman;

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